Realizou-se na segunda-feira, dia 13 de julho, a Visita Oficial do Governador Joaquim Branco ao Rotary Club de Arcos de Valdevez. Do plano da VOG, para além da habitual reunião com os membros do clube, constaram dois momentos principais: a visita à Santa Casa da Misericórdia de Arco de Valdevez e a atribuição do título de sócio honorário ao Governador Eleito.
Arcos de Valdevez é uma vila, sede do concelho, e pertence ao distrito de Viana do Castelo, encontra-se rodeada de natureza e é banhada pelo Rio Vez. A vila está inserida no único Parque Nacional do País: o Parque Nacional da Peneda-Gerês. Na sua visita ao Rotary Club de Arcos de Valdevez o governador Joaquim Branco pode contemplar a beleza de Arcos de Valdevez e conhecer alguma da história da vila.
A vila de Arcos de Valdevez foi presenteada com a presença rotária Rotary Club de Arcos de Valdevez a 05 de maio de 2011, data de fundação do clube. O primeiro ponto de paragem de Joaquim Branco, na sua visita ao Rotary Club de Arcos de Valdevez, foi a Santa Casa da Misericórdia de Arcos de Valdevez, onde foi acompanhado pelo Provedor Comendador Francisco Araújo e se inteirou acerca da realidade da comunidade, no que diz respeito tanto ao domínio assistencial como ao domínio empresarial, dadas as ligações diversas que o Provedor detém.
Depois de terminada a visita à Casa da Misericórdia, Joaquim Branco reuniu-se com os membros do clube de Arcos de Valdevez para fazer um balanço dos projetos já realizados e dos projetos que estão a ser desenvolvidos para o ano rotário 2018/19. A reunião de trabalhos teve como aspeto central o debate do futuro do clube.
O momento final da VOG teve lugar na Câmara Municipal de Arcos de Valdevez, local onde o governador foi simpaticamente recebido pelo Presidente e se sentou à mesa para jantar na presença de vários presidentes de clube e assistentes do Governador. O jantar comemorativo, ficou marcado pela atribuição do título de sócio honorário do clube ao Governador Eleito.
Nas palavras de despedida ao Rotary Club de Arcos de Valdevez, Joaquim Branco frisou que o cube não se assume mais como uma associação da vila, mas sim como ‘um clube de profissionais de referência, íntegros, diversificados e empenhados em servir para mudar a vida das pessoas de forma duradoura e sustentável’.